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Líderes dos EUA, URSS e Reino Unido se reúnem na Conferência de Teerã

por Agar, em 28.11.20

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O dia 28 de Novembro de 1943 marcou o início da Conferência de Teerã, o primeiro dos acordos firmados entre as superpotências durante a Segunda Guerra Mundial. O encontro reuniu pela primeira vez os três grandes líderes do mundo da época: Josef Stalin, da União Soviética, Winston Churchill, do Reino Unido, e Franklin Delano Roosevelt, dos Estados Unidos. A reunião, que durou até do dia 1º de dezembro daquele ano, aconteceu na embaixada da URSS em Teerã, no Irã. 

Embora os três líderes tenham chegado com objetivos diferentes, o principal resultado da Conferência de Teerã foi o compromisso dos Aliados Ocidentais de abrir uma segunda frente contra a Alemanha nazista. A conferência também abordou as relações dos "Três Grandes Aliados" com a Turquia e o Irã, as operações na Iugoslávia e estratégias contra o Japão. Um protocolo assinado separadamente tratava do comprometimento com o reconhecimento da independência do Irã.

O futuro da Alemanha em um possível pós-guerra foi outro dos assuntos abordados. Os participantes compartilhavam a opinião de que o país precisaria ser dividido após o fim do conflito, com os lados divergindo sobre as melhores estratégias para neutralizar a capacidade alemã de provocar outra guerra. 

A Conferência de Teerã também serviu de palco para as primeiras conversas em torno da formação das Nações Unidas. Roosevelt apresentou a Stalin a ideia de uma organização internacional que compreendesse todos os estados-nação, uma entidade cujo objetivo seria resolver problemas comuns e coibir agressores internacionais. Os três líderes mundiais concordaram que algo deveria ser feito para evitar uma nova guerra mundial.

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publicado às 14:06

Marc Bauer: a arte de encarar tanta crise, e tantos prêmios

por Agar, em 18.09.20

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Na Berlinische Galerie, o artista suíço Marc Bauer passou dez horas por dia desenhando com carvão nas altas paredes do museu berlinense, preparando a abertura de "The Blow-Up Regime" em 9 de setembro, sua exposição individual que abrange temas tão vastos como a internet, as mudanças climáticas e os regimes autoritários. Ele confessa que está cansado.

Este conteúdo foi publicado em 15. setembro 2020 - 15:00

  1. setembro 2020 - 15:00

"Vou tirar umas férias depois disto", diz ele rindo. "Mas gosto deste curto e intenso período em que trabalho 15 horas por dia, durante algumas semanas".

Bauer, 45 anos, é o vencedor do prêmio GASAG 2020 que relaciona a arte à tecnologia e à ciência, e inclui uma exposição na Berlinische Galerie que vai até 5 de abril de 2021. Apenas algumas semanas depois de saber que havia sido premiado, ele foi surpreendido com o Prêmio Meret Oppenheim 2020, o principal prêmio de arte suíça. "Fiquei um pouco assoberbado", diz ele.

Trata-se do Agora

"Eu queria fazer um show sobre agora", diz ele. "Tenho a sensação de que estamos vivendo uma sucessão de crises, políticas, sociais ou ecológicas. Esquecemos a crise migratória, mas ela ainda está aí. Estamos totalmente sobrecarregados com tudo isso. O excepcional parece ser o novo normal".

Embora a exposição tenha sido concebida antes da pandemia do coronavírus, os tons apocalípticos lhe dão uma sensação de pavor, desgraça - até mesmo terror - que corresponde à nossa época. Uma gravação musical de Thomas Kuratli, um compositor de St. Gallen, aumenta a ameaça com sons de respiração pesada, marchas opressivas de bandas de estilo militar com sons de choques ressoando, intercalados com seqüências eletrônicas mais oníricas.

Nascido em Genebra, Bauer estudou na École Supérieure d'Art Visuel de lá e leciona na Universidade das Artes de Zurique (ZHdK) desde 2015. Exposições individuais anteriores foram realizadas no Museu Folkwang em Essen (Alemanha) e na Frieze Projects em Londres. No início deste ano, no Istituto Svizzero de Milão, ele usou tweets enviados por Matteo Salvini, Ministro do Interior da Itália até 2019, para explorar o uso político e manipulador de imagens e linguagem.

"O Regime Blow-Up" é a primeira exposição individual de Bauer em um museu em Berlim, cidade em que reside parte do tempo em que não está em seu segundo lar de Zurique. Ele diz que acha mais fácil se concentrar em Berlim do que em Zurique, onde ele tem uma vida social mais agitada. "Normalmente quando estou em Berlim, me concentro em meu trabalho", diz ele.  "Em Berlim você pode ver 20.000 pessoas se quiser, mas também pode muito facilmente viver como um ermitão em seu apartamento ou em seu estúdio. Acho isso muito confortável. Aqui sou muito mais disciplinado, Berlim é muito mais anônima".

A primeira seção da exposição de duas salas na Berlinische Galerie exibe trabalhos em papel focando a história da internet e a relação entre guerra e ciência da computação, com retratos de pioneiros da computação como John von Neumann, Konrad Zuse e Tim Berners-Lee.

Três desenhos posicionados lado a lado, mostrando o V2, Apollo 11 e o foguete SpaceX, revelam como o propósito da ciência dos foguetes evoluiu de armamento para exploração espacial e turismo ao longo das décadas. O catálogo inclui uma conversa entre Bauer e Alan Emtage, que em 1989 desenvolveu o Archie, considerado o primeiro mecanismo de busca na Internet.

Lidando com a Matrix

"A Internet tornou-se uma parte cada vez mais importante para absolutamente todas as diferentes atividades em nossa vida", diz Bauer. "É também o lugar que cria mais riqueza. Como artista visual, acho que é a mais incrível fonte de imagens e de criação de culturas. De certa forma, é uma matriz para muitas histórias e maneiras de pensar, boas e más".

Uma pistola de carvão na parede de entrada do salão maior, aponta os visitantes para uma visão de pesadelo mais ameaçadora do futuro - ou será o presente? Dois desenhos gigantescos na parede mostram o Capitólio (Congresso) em Washington. Em um deles, um desfile militar domina o primeiro plano com bolhas de sabão coloridas flutuando por cima; o segundo contém referências a videogames de combate a zumbis e imagens de tortura, morte e destruição emprestadas do "Triunfo da Morte" de Pieter Bruegel, o Ancião.

Abaixo encontra-se uma série de desenhos acompanhando trechos do romance de Sibylle Berg "GRM Brainfuck", que segue quatro adolescentes largados que vivem em depressivas habitações populares na cidade de Rochdale, no norte da Inglaterra. Eles passam a maior parte de seu tempo colados a smartphones assistindo a videoclipes de música "grime". Bauer diz que admira a "franqueza" da escrita de Berg. Outro trabalho na mesma sala utiliza-se de imagens de mangá japonesas para abordar o que Bauer descreve como o "vórtice do vazio" que suga os usuários da internet.

Tudo faz parte do todo

Embora a exposição seja composta de muitos desenhos separados, Bauer pensa nela como uma obra única.

"É um grande projeto", diz ele. "Se você extrair uma imagem, ela não tem muito significado sem as outras. Se você tirar apenas um desenho, perde muito contexto e conteúdo. Eu gosto muito desta ideia de construir uma grande narrativa, cada desenho é um fragmento de narrativa. É claro, algumas imagens funcionam um pouco melhor sozinhas do que outras. É difícil para mim desmontar o show. Tenho sempre a sensação de que isso corta o trabalho de uma forma muito brutal".

Este conceito também cria dificuldades quando se trata de vendas, admite Bauer. "Eu sempre tento priorizar as instituições para que possamos fazer um preço especial pelo todo, ou pelo menos uma parte que faça sentido", diz ele. "Posso entender que os colecionadores particulares não querem comprar 10 desenhos, mas quando vendo peças individuais, acabo refazendo-as para que meu conjunto esteja sempre completo".

Ele diz que gosta do fato de que com o desenho - ao contrário, por exemplo, da fotografia - cada obra é um original, mesmo que seja uma cópia. "A cópia de uma cópia ainda é um original", diz ele.

Há uma contradição na escolha do artista de jogar com a mídia antiga do desenho para examinar nosso presente multimídia digital (embora a exposição também inclua desenhos em papel eletrônico).

"O desenho é um meio muito lento para produzir uma imagem, por isso ele provoca uma pequena pausa no fluxo ininterrupto de imagens", diz Bauer. Ele também o vê como uma forma de distanciar o espectador da cena original ou do item retratado.

"Nesta lacuna entre o original e o desenho, o espectador preenche a lacuna com sua própria memória ou experiência", diz ele. "Estou interessado nisso. Os desenhos funcionam mais como gatilhos do que uma imagem que você experimenta".

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publicado às 13:11

Essa história nos ensina o quanto é necessário sair da nossa zona de conforto

por Agar, em 01.09.20

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Nunca é fácil abandonarmos pessoas, lugares e coisas com as quais estamos acostumados e sentimos que nos fazem felizes.

Abandonar a sensação de segurança do conhecido nos faz sentir medo e indecisão. Dessa maneira, muitas vezes preferimos ficar com o mal conhecido do que com o bem que ainda se está para conhecer. No entanto, se sempre nos conformarmos com nossas realidades do jeito que está, nunca poderemos seguir em frente e encontrar melhores caminhos para nossas vidas.

A falta de atitude frente à vida pode nos deixar presos em realidades negativas, que não nos fazem felizes. Portanto, se você sente que precisa fazer uma mudança para conquistar novas oportunidades, mas não está preso pelo medo e insegurança, a história dos andarilhos e da vaquinha pode ajudá-lo a entender a importância de sair de sua zona de conforto.

A história dos andarilhos e da vaquinha

Um mestre e seu discípulo estavam andando há alguns dias em um campo, até que encontraram uma humilde casa de madeira, na qual viviam um casal e seus três filhos. Eles eram pessoas muito pobres, vestiam roupas velhas e sujas e estavam descalços.

O Mestre se dirigiu ao pai e o perguntou como a família estava fazendo para conseguir sobreviver, visto que estavam em um lugar praticamente deserto, em que não havia indústrias ou comércio.

O pai respondeu: “Nós temos uma vaquinha que nos fornece vários litros de leite todos os dias. Uma parte desse leite nós vendemos, e com dinheiro compramos outras coisas. A outra parte do leite nós usamos para nosso próprio consumo. Desta forma, conseguimos sobreviver”.

O mestre agradeceu a informação, despediu-se e foi embora. Quando estavam saindo da casa, ele disse ao seu discípulo: “Procure a vaquinha, leve-a ao precipício e empurre-a “.

O jovem ficou triste e chocado com o pedido de seu mestre, afinal a vaquinha era o único meio de sustento da família. No entanto, ele acreditava que havia uma razão para isso, então levou a vaquinha ao precipício e a empurrou. Essa cena ficou gravada em sua mente por muitos anos.

Já havia se passado algum tempo e o discípulo não tinha conseguido perdoar nem a si mesmo e nem o seu mestre pelo que tinham feito àquela família. Então, decidiu abandoná-lo e retornar àquele lugar para se desculpar com a família. Quando estava chegando perto, o discípulo viu que as coisas haviam mudado. No lugar da antiga casa havia agora uma bela casa, cercada por árvores, muitas crianças brincando e um carro novo.

O jovem estava desesperado porque acreditava que a família tinha vendido sua casa para poder sobreviver, mas quando chegou bem na frente da casa, percebeu que ainda era habitada pelas mesmas pessoas. Então, ele perguntou ao pai o que tinha acontecido para que mudassem de vida dessa maneira. E o pai, sorrindo, lhe respondeu:

“Tínhamos uma vaquinha cujo leite nos permitia sobreviver. Mas um dia ela simplesmente caiu de um penhasco e morreu. Então, tivemos que fazer outras coisas para podermos continuar vivendo. Foi nessa época que desenvolvemos outras habilidades que nunca imaginamos possuir. Assim, começamos a prosperar e nossa vida se transformou completamente”.

Nesse momento, o discípulo compreendeu a atitude de seu mestre, e percebeu que só podemos transformar nossas vidas quando saímos de nossa zona de conforto.

Podemos associar essa história com as nossas vidas. Assim como a família, todos nós temos nossa própria vaquinha, a qual nos apegamos, que nos fornece uma segurança, mas não nos leva para frente. Pode ser um relacionamento romântico, uma amizade, um trabalho, um comportamento, estilo de vida.

Pare e reflita um pouco sobre sua vida: O que você faria se amanhã sua vaquinha caísse do precipício? O que aconteceria com sua vida se aquilo que lhe dá segurança simplesmente se fosse?

Pode ter a certeza de que não será uma fase fácil, porque mudanças costumam ser difíceis e dolorosas, entretanto, podem nos trazer uma realidade melhor, tudo depende de como encaramos as coisas.

Se você precisar fazer uma mudança em sua vida, faça hoje, não espere sua vaquinha cair do penhasco!

 

 

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publicado às 10:17

4 sinais de que sua casa é a causa de seu estresse e infelicidade

por Agar, em 01.09.20

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Vivemos cercados de energias, positivas e negativas, em todos os lugares que frequentamos, e essas energias nos afetam e ajudam a moldar o tipo de vidas que vivemos. Nossas casas são um dos lugares mais especiais para nós, porque é onde escolhemos estar, um lugar onde sentimos que pertencemos e no qual podemos conviver com pessoas que amamos. Portanto, se estiverem contaminadas de energias negativas, certamente nos afetará.

 

Existem 4 claros sinais de que nossas casas são responsáveis pela negatividade em nossas vidas. Abaixo explicamos esses sinais e mostramos como evitar cometer esses erros comuns, para que possa viver com mais plenitude e felicidade. Confira!

4 sinais de que sua casa é a causa de seu estresse e infelicidade;

1. Sua casa é bagunçada

A bagunça causa estresse. Se você quer que o seu lar lhe traga paz e tranquilidade é fundamental eliminar a desordem. De acordo com o Feng Shui, prática que ajuda a estabelecer um equilíbrio dos fluxos de energias em nossas casas, a energia, ou chi, deve ser capaz de fluir livremente por todo o seu lar, e isso não acontece em meio a desorganização.

Comece um trabalho de renovação em sua casa. Um ambiente de cada vez, elimine tudo aquilo que não é necessário, e demonstre amor por seu lar através do cuidado.

2. As janelas não costumam ficar abertas ou não há plantas

Para que um lar seja positivo, é preciso que o ar possa transitar por ele abertamente. Por isso é importante que as janelas fiquem abertas por pelo menos algumas horas todos os dias. A presença de plantas também é muito importante, visto que elas absorvem toxinas e poluentes elétricos admitidos por aparelhos.

A palmeira-areca é uma ótima opção, porque é fácil de cultivar, é famosa por seus benefícios purificadores de ar e não precisa de uma grande quantidade de luz.

3. Existem muitas coisas estragadas em sua casa

Móveis estragados, canos entupidos, e até mesmo roupas rasgadas podem afetar a energia de nossas casas, porque despertam um sentimento de falta de progresso. Tome consciência de tudo aquilo que precisa de um conserto em sua casa e lide com essas coisas conforme puder. O importante é não se esquecer. À medida que os objetos são reparados, uma mudança positiva na energia de seu lar será sentida.

4. A porta de entrada está bloqueada às oportunidades

A porta da frente de nossas casas é muito importante, porque representa a entrada de oportunidades em nossas vidas. Assim precisam sempre estar limpas e bem cuidadas. Além disso, a porta de entrada define nossa impressão de toda a casa. Coloque uma bela peça de arte, mobília ou qualquer outro objeto que lhe agrade nesse importante lugar de seu lar.

Se você realmente deseja transformar as energias de seu lar, considere aprender mais sobre o Feng Shui. À primeira vista, essa técnica pode parecer esotérica demais, mas se você se comprometer a estudá-la, perceberá que revela muito sobre a grande conexão que possuímos com nossos lares, e como ela afeta nosso estado emocional e vida de maneira geral.

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publicado às 10:13

Cochilos durante o dia aumentam o risco de morte em até 34%

por Agar, em 30.08.20

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Se você tem a mania de tirar um cochilo durante o dia, é bom ficar de olho na duração do descanso. Isso porque ele não deve ultrapassar uma hora. Quando passa dos 60 minutos, a soneca é associada a um risco maior de morte. Segundo um estudo chinês, o aumento pode chegar a 34%. E as mulheres costumam ser as mais afetadas.

Os cientistas chegaram à conclusão após analisar dados de 313.651 voluntários. Desses, 39% tinham o hábito de fazer as sestas. Ao avaliar a duração do descanso e as causas de morte, a equipe percebeu que o cochilo durante o dia pode interferir na longevidade. Entre as pessoas que dormiam mais de 60 minutos, o hábito foi associado a um risco 30% maior de morte por todas as causas. Considerando apenas a morte por doenças cardiovasculares, o risco subiu para 34%.

A associação foi mais expressiva em mulheres, que tiveram risco de morte aumentado em 22%, quando comparadas as que não dormiam durante o dia. No caso dos idosos, a vulnerabilidade também chamou a atenção: um aumento de 17%. Os resultados foram apresentados hoje, no Congresso da Sociedade Europeia de Cardiologia, e chamam a atenção por colocar em xeque um hábito muito comum.

Em vários países, o cochilo durante o dia é visto como uma forma de recarregar as energias ou de recuperar uma noite maldormida.  “Uma visão comum é que cochilar melhora o desempenho e neutraliza as consequências negativas dos débitos de sono. Nosso estudo desafia essas opiniões amplamente difundidas”, afirma, em comunicado, Zhe Pan, da Guangzhou Medical University, na China, e autor do estudo.

Cochilos devem ser mais curtos

Zhe Pan e os colegas não defendem que as pessoas abandonem as sestas. A pesquisa sinaliza, na verdade, que elas devem durar menos tempo. “Os resultados sugerem que cochilos mais curtos, especialmente aqueles com 30 a 45 minutos, podem melhorar a saúde cardíaca em pessoas que dormem insuficientemente a noite”, diz o cientista.

Ainda não há explicações para o fato de os cochilos comprometerem a saúde. Segundo Zhe Pan, alguns estudos sugerem que as sonecas mais longas estão associadas a níveis mais elevados de inflamação no corpo. Há também pesquisas que relacionam o hábito à ocorrência de pressão alta e diabetes.

Todas essas complicações têm impacto direto no sistema cardiovascular e também na longevidade. Por isso, o melhor é cochilar com moderação, indica Zhe Pan. “Se você quiser fazer uma sesta, nosso estudo indica que é mais seguro mantê-la em menos de uma hora. Para aqueles que não têm o hábito de dormir durante o dia, não há evidências convincentes para começar.

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publicado às 08:44

Biólogos são surpreendidos por rara orca branca no Alasca; veja o vídeo

por Agar, em 21.08.20

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Uma rara orca branca foi avistada na costa do Alasca no início de agosto e deixou pesquisadores animados. Estima-se que hoje existam apenas cinco desses animais.

A bióloga marinha Stephanie Hayes estava em um passeio com um grupo de observadores de baleia jubarte quando eles perceberam três orcas nadando ao seu redor.

"Imediatamente percebemos que estávamos testemunhando algo especial. Foi um sonho virando realidade", disse Hayes em entrevista à rede CBS. Dias depois, em um novo passeio em busca de focas, Hayes viu a orca novamente.

A orca foi chamada de Tl'uk e estima-se que tenha dois anos de idade. Ela nadava entre duas orcas adultas. Os pesquisadores a apelidaram de Tl'uk, palavra que significa "lua". A escolha foi por causa de sua cor acinzentada, semelhante à da lua.

Veja o vídeo gravado pela bióloga

 

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publicado às 08:41

São Bento, modelo para os dias que correm

por Agar, em 11.07.20

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[Segundo a Regra de São Bento], para ser capaz de decidir responsavelmente, o abade de cada mosteiro deve ser um homem que escuta «os conselhos dos irmãos» (Regra, 3,2), porque «muitas vezes Deus revela a solução melhor a um irmão mais jovem» (Regra, 3,3). Esta cláusula torna admiravelmente moderna uma Regra escrita há quase quinze séculos! Um homem de responsabilidades públicas, mesmo em pequenos âmbitos, deve ser sempre também um homem que sabe ouvir e aprender de quanto ouve.

 

[A Regra de São Bento] oferece indicações úteis não só aos monges, mas também a todos os que procuram um guia no seu caminho rumo a Deus. Pela sua ponderação, a sua humanidade e o seu discernimento entre o essencial e o secundário na vida espiritual, ela tem mantido a sua capacidade iluminadora até hoje. Paulo VI, tendo proclamado, a 24 de outubro de 1964, São Bento Padroeiro da Europa, pretendeu reconhecer a admirável obra realizada pelo santo, com a sua Regra, para a formação da civilização e da cultura europeias.

 

Hoje, a Europa, que acabou de sair de um século profundamente ferido por duas guerras mundiais e, depois pelo desmoronamento das grandes ideologias que se revelaram trágicas utopias, está em busca da própria identidade. Para criar uma unidade nova e duradoura, são sem dúvida importantes os instrumentos políticos, económicos e jurídicos, mas é preciso também suscitar uma renovação ética e espiritual que se inspire nas raízes cristãs do continente, porque de outra forma não se pode reconstruir a Europa. Sem esta linfa vital, o homem permanece exposto ao perigo de sucumbir à antiga tentação de querer remir-se sozinho, utopia que, de formas diferentes, causou na Europa do século XX, como revelou o papa João Paulo II, «uma regressão sem precedentes na história atormentada da humanidade» (Insegnamenti, XIII/1, 1990, p. 58). Procurando o verdadeiro progresso, encaremos pois, ainda hoje, a Regra de São Bento como uma luz para o nosso caminho. Esse grande monge continua a ser um verdadeiro mestre, em cuja escola podemos aprender a arte de viver o humanismo verdadeiro.

 

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publicado às 11:09

Adeus, Bolsonaro

por Agar, em 29.06.20

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A gravidade da crise brasileira não parece incomodar Jair Bolsonaro. Ele continua agindo como se fosse um deputado do baixo clero. Dá até a impressão que não deseja ser Presidente da República. A vida de parlamentar dedicado as pautas do extremismo político — e, na maioria das vezes, sem qualquer efeito prático — era mais cômoda. Agora tem de ter uma visão de conjunto, governar para todos os brasileiros. E, pior, em um momento mais complexo da vida do país. Estamos assistindo — e aí é quase no sentido de simplesmente observar — a crise mais aguda da história republicana, tanto no campo da saúde pública, como na economia e na sempre presente tensão político-institucional.

O despreparo é evidente. Desconhece questões comezinhas da administração pública. De nada ajudou permanecer 28 anos como deputado federal e, em tese, acompanhar a os grandes temas da política nacional. Assumiu a Presidência da República como se fosse um deputado federal reeleito, com a mesma linguagem, a mesma prática e a mesma visão de mundo.

O mais terrível — para ele e, principalmente, para o Brasil — foi à coincidência da inépcia para o exercício de tão alta função com a mais grave crise desde 1889.

Neste cenário de horrores, Bolsonaro estimulou nos últimos meses um confronto permanente com as instituições e a Constituição. O tensionamento retirou o foco dos efeitos da pandemia e de como combatê-la. O país está sem rumo. A reunião de 22 de abril, que o Brasil tomou conhecimento com a divulgação determinada pelo ministro Celso de Mello, representa bem o estilo administrativo de Bolsonaro. É o caos como método de governo. E para agravar ainda mais este caldeirão de turbulências, a prisão do seu amigo — de mais de trinta anos — e auxiliar — um espécie de faz-tudo, literalmente falando —, Fabrício Queiroz, transformou o cotidiano do Presidente da República em um contínuo trabalho de buscar artifícios jurídicos para evitar, além do impeachment, uma possível prisão por delitos gravíssimos cometidos nas relações perigosas — não as do livro de Choderlos de Laclos — com as milícias cariocas, sempre
de acordo com as investigações principalmente do Ministério Público do Rio de Janeiro.

Se a imagem externa do Brasil já estava arranhada, os últimos acontecimentos apresentaram ao mundo um país que, além de agir pessimamente em relação à pandemia, ao meio ambiente e aos direitos humanos, tem na Presidência da República um cidadão envolvido, segundo as denúncias, com o crime organizado.

 

 

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publicado às 09:47

Shadow Commander: Iran's Mastermind - Gen. Qassem Suleimani

por Agar, em 21.01.20

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General Qassem Suleimani's extraordinary story, with firsthand accounts of his secret agreements and alliance changes in Syria, Iraq and Lebanon.
During the Iraq War, Suleimani smuggled thousands of sophisticated bombs into the country, arming Shiite militias that killed hundreds of British and American troops. But just a few years later, the Western coalition found itself on the same side as Suleimani as they struggled to defeat the Islamic State.
"We saw Suleimani as a charismatic, skilled, professionally competent, and fiendishly capable human being," says Gen. David Petraeus, chief of US forces in Iraq. With Suleimani emerging from the shadows and at the center of Iran's strategic ambitions, this film
asks if he is preparing for a new conflict with the west of the region. "We can see him as the Darth Vader of contemporary Middle Eastern politics," says US diplomat Ryan Crocker.

59 mins

First shown14 Mar 2019

https://www.aparat.com/v/TuBzI
To Download Video https://anonfile.com/Zf4e3bM4ne/Shadow_Commander_Iran_s_Military_Mastermind_mp4

 

 

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publicado às 06:29

Feliz Ano Novo

por Agar, em 31.12.19

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Mais uma vez chegamos ao final de um ano.
Devemos agradecer ao nosso Pai Celestial por todas as oportunidades
que nos foram concedidas para que nos tornássemos espíritos melhores.
Há aqueles que souberam aproveitar as oportunidades de praticar
o bem e a caridade, sendo que chegaram ao final desse ciclo melhores
como pessoas e mais enriquecidos com os tesouros que são imperecíveis,
e, que são os únicos que levarão pela eternidade.
De outro lado, infelizmente há aqueles que permaneceram inertes
diante das oportunidades, pensando somente em si mesmos,
cuidando somente dos bens materiais, os quais fatalmente terão
que abandonar na Terra, no momento em que forem chamados para retornar
ao verdadeiro Lar. Tornaram-se mais ricos materialmente
e mais pobres no que tange ao crescimento espiritual.
Neste último dia do ano, façamos um balanço de nós mesmos
e se nosso saldo espiritual for negativo,
repensemos e iniciemos o novo ano aproveitando as oportunidades
e acumulemos os bens imperecíveis que só cabem na alma
e são os únicos que realmente terão valor para a eternidade.
Esses bens da alma não serão corroídos pelas traças nem pela ferrugem,
tampouco serão roubados de nós! Pensemos nisso.

 

 

 

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publicado às 18:06


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