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O Autoconhecimento

por Agar, em 03.10.12

 

1. Introdução


Seu navegador não oferece suporte para quadros embutidos ou está configurado para não exibi-los. Há muitos séculos o ser humano tem se debruçado no estudo da mente, utilizando seus esforços para a compreensão das profundezas da alma.

Fobias, aversões, inibições, sentimentos, alegrias e outras manifestações da alma humana, têm sido pesquisadas com afinco, por todos aqueles que, nas diversas épocas da história das civilizações, desejaram desvendar o grande mistério da vida.

Vários filósofos, psicólogos, pensadores, cientistas e religiosos tentaram compreender, o que vem além da vida.

Perguntas foram feitas por esses pesquisadores e cada um a seu tempo,  usando os métodos de sua cultura, procuraram respondê-las. De onde viemos? Para onde vamos? Esta vida é a única? Temos alma? Somos somente matéria? Qual o sentido de nossa existência? Elas permearam as preocupações humanas através dos séculos. Procurar respondê-las é uma necessidade, que mais dia, ou menos dia, todos sentimos.

Discutir, pesquisar, estudar, debater, eis o lema. Avançar, superar os bloqueios dados pelos preconceitos e ultrapassar o lugar comum, a que tantos se apegam.

É preciso procurar o novo, o verdadeiro, o essencial, eis o objetivo fundamental.

O que pretendemos apresentar sob este título?

Todas as expressões da mente humana, que alargam os nossos limites existenciais, favorecendo a ampliação da autoconsciência, de nossa compreensão a respeito de nós mesmos.

Para que possamos realmente atingir graus superiores de autoconhecimento, temos que, gradativamente, ir promovendo o descobrimento de nossas potencialidades mentais. A inteligência, afetividade, vontade e paranormalidade são recursos poderosos ao nosso alcance, para a ampliação da consciência.

Ela ocorre através dos embates, que travamos diariamente na luta pela sobrevivência e evolução. Capacidades e habilidades, que antes não eram manifestas, acabam por se expressarem em nosso quotidiano.

A orientação desse desenvolvimento é dada, em nossas vidas, ora no sentido de uma maior compreensão do mundo exterior, ora no sentido de um aumento da compreensão de nossas vivências interiores, dependendo sempre das experiências e necessidades que temos.

Para que possa ocorrer de modo intenso, para além daquilo que, naturalmente a vida nos reserva, as ciências do comportamento, desenvolveram métodos que propiciam a aceleração de nossos processos de conscientização da realidade.

A autoconsciência profunda é uma volta da atenção para nosso mundo interior, dada tanto pela introspecção quanto pela psicoterapia. Ela nos permite uma maior e melhor compreensão de nossos motivos, sentimentos e atitudes, que determinam nossos comportamentos manifestos. O autoconhecimento, nesse nível, favorece um aperfeiçoamento de nosso modo de ser.

Paralelamente a consciência do mundo exterior é conseguida através do progresso cultural, o qual é dado pelas constantes descobertas das leis da natureza e de suas aplicações.

Por outro lado, pelo desenvolvimento da percepção extra-sensorial, nem sempre entendida e aceita ou desenvolvida adequadamente, pode levar a um conhecimento para além dos sentidos físicos. As funções psíquicas da telepatia, clarividência, retrocognição e précognição, são algumas das que despontam do inconsciente humano.

No entanto, a tarefa de retirar os véus que encobrem a visão da realidade não é fácil. O medo, a ignorância e o preconceito, frequentemente impedem a visão de profundidade.

Por vezes as pessoas se sentem cerceadas e incapazes de mudarem seu próprio destino.

O apego às circunstâncias gera grande sofrimento, já que tudo está em constante mudança, fazendo com que cada um as perca a cada instante.

Para que se possa conseguir tudo o que de mais caro é desejado, é preciso, acima de tudo, a ampliação da consciência. Só assim, é que se pode alcançar graus superiores de libertação e adentrar na compreensão da essência do real.

Se a vida humana é percebida como um todo, pode-se ver que, do ponto de vista psicológico, é uma sucessão contínua de experiências que terminam com a morte.

E o que acontece com a mente durante todo esse conjunto?

Aprende, desenvolve-se, transforma-se, em uma palavra evolui.

Assim, parece ser esse, essencialmente, o sentido da vida humana.

Se assim é, então o que pode e deve ser feito é a ampliação incessante da consciência, pelos meios mais adequados à promoção do bem-estar, saúde e felicidade.

Logo, toda e qualquer ação que venha a dificultar este desenvolvimento deve ser evitada e, se já tiver ocorrido, minimizada ou eliminada, diminuindo e até anulando seus efeitos.

Intuitivamente pode-se compreender, que à medida que a compreensão aumenta, superando os limites existentes, pode-se sentir o bem-estar decorrente da auto-realização, consequência da evolução intelectual, afetiva e social atingida.


2. Contribuição da Psicoterapia


Foi em julho de 1895, que Sigmund Freud conseguiu interpretar um sonho dele mesmo,  abrindo assim uma avenida para a compreensão do inconsciente. O achado lhe veio no interior de um restaurante, o Bellevue, de Viena (Áustria), local em que está hoje colocada a placa que o mesmo Freud sugeriu “... aqui, no dia 21 de julho de 1895, o segredo do sonho se revelou ao doutor Sigmund Freud”. A interpretação dos sonhos, título, aliás, de um dos seus trabalhos fundamentais, seria, ao lado do método da livre associação, a base da, então, novíssima terapia psicanalítica.

Freud revelaria na mente humana três aspectos: id (sede dos instintos), ego (consciência que visa à realização dos desejos) e superego (a censura moral aprendida no meio familial e no social). Veio, posteriormente, a revelação da sexualidade infantil a qual segundo a psicanálise freudiana, é a base fundamental de todo o desenvolvimento psicológico; a descoberta da relação conflituosa com o pai e mãe – os famosos complexos de Édipo e Electra - em cuja não-resolução estaria a causa das neuroses; das fases da evolução dessa sexualidade (oral, anal, fálica, latência e genital). Daí a acusação de pansexualismo. Mais tarde, Freud formularia a hipótese do instinto de morte (Thanatòs), contraposto ao de vida ou sexual (Eros).

A nova teoria acabaria por extrapolar o âmbito da terapia para invadir os mais diversos campos: antropologia, história, estética, filosofia, medicina, dentre outros, constituindo-se mesmo numa nova ciência do homem.

O estudo dos casos e a disposição de ajudar seus pacientes fizeram com que Freud se deparasse com uma enorme quantidade de descobertas, de valor inestimável, para a psicologia científica. Descobriu que repousava na recordação das experiências traumáticas e na sua resignificação, a cura dos diversos transtornos emocionais. Assim, ele erigiu a psicanálise. Suas teorias de terapia e da personalidade emergem como decorrência da investigação científica, um conhecimento erguido, portanto, a posteriori. 

Um século depois, a aceitação da psicanálise como método e teoria científica continua objeto de controvérsia. Mas o que não pode ser colocado em dúvida, é que ela embebeu as mais diversas áreas da cultura dos nossos dias, onde palavras como complexo, recalque, inconsciente dentre tantas outras, fazem parte do vocabulário moderno.

O trabalho deste cientista, sem dúvida, foi um marco importante na valorização do autoconhecimento na sociedade moderna.

O pioneiro movimento psicanalítico influenciou de tal forma a psicoterapia, que não há nenhuma outra forma de terapia psicológica, tais como a gestalterapia, psicoterapia humanista, cognitivo-comportamental e transpessoal, dentre outras, que não busque, hoje, o desenvolvimento da autoconsciência. Pode-se mesmo dizer, que o próprio tratamento em si é feito por meio do autoconhecimento.

Sem o saber relativo a si mesmo, o indivíduo não consegue se libertar da trama de seus auto-enganos. E nesta libertação repousa sua própria evolução interior.


3. Visão Filosófica


Em contraparte, na filosofia, o autoconhecimento é, ao mesmo tempo, um objeto de investigação gnosiológica e ética. Quando visto como objeto da investigação gnosiológica, o que se busca é o entendimento da psique em si; podendo-se falar, então, de uma psicologia filosófica (disciplina que usa o método racional, no estudo do comportamento humano). Quando visto dentro de uma perspectiva ética, o que se busca é a transformação interior, que leve o sujeito a superar seus problemas e dificuldades, tornando-se um ser humano melhor.

O autoconhecimento algumas vezes é obtido através da meditação,  que é uma prática oriunda da ioga e de outras correntes do pensamento oriental. Ao lado disso, as psicoterapias de insight, tais como a psicanálise, gestalterapia e terapia centrada no cliente, dentre muitas outras têm seus métodos próprios para a promoção da autoconsciência.

Independentemente do processo considerado, o indivíduo entra em contato com seu mundo interior, visto que percebe suas vivências (pensamentos, emoções, paixões, sentimentos e desejos) de uma maneira que é impossível para as demais pessoas. Tal tipo de acesso é único e, portanto, é, em princípio, a expressão de sua verdade, porquanto o que o sujeito diz sinceramente, daquilo que vivencia, deve ser considerado como o que ele experimenta, enquanto o que uma outra pessoa diz que o que se passa com ele, usualmente não é um relato que desfrute da mesma veracidade e importância.

O conhecimento de si mesmo difere do conhecimento de outras pessoas e coisas por ser imediato à percepção, não dependendo da mediação dos órgãos dos sentidos. Pode-se dizer que o autoconhecimento é fruto da introspecção.


Como conhecer a si próprio?


No texto abaixo algumas questões foram levantadas para que se possa entender, de forma direta, como pode se dar a experiência introspectiva.


1. Como pode o homem moderno conhecer-se melhor?


Através da busca constante de si mesmo, por meio do questionamento de sua própria conduta. Quanto maior for o número de perguntas feitas a si próprio em relação aos seus motivos pessoais, maior será o conhecimento adquirido de si mesmo, que se aprofundará à medida que for levantando mais e mais indagações.


2. O ser humano pode mentir para si mesmo, procurando dar respostas que não são verdadeiras?


Sim, isso é possível e é por isso mesmo, que em muitas vezes deve procurar a ajuda de alguém, que possa auxiliá-lo a esclarecer-se melhor.


3. Quais são as principais mentiras, que o ser humano pode usar para o auto-engano?


A primeira grande mentira, é que não se tem defeitos ou problemas, que é perfeito como está e que não necessita de mudanças. Este tipo de falácia, leva à estagnação do espírito, em nada contribuindo para sua melhora de vida e felicidade. Outra grande fantasia é a de que já fez suas mudanças depois de muito esforço, que é bom e virtuoso e que, portanto, é melhor que os outros. Nada pior do que isto, pois, assim, estará agindo de modo a negar seus defeitos comportamentais. Outras, ainda, poderão ser escolhidas no imenso repertório das falsidades humanas, tais como que tudo está bem na vida, quando se tem, na verdade, grandes problemas; ou que o que acontece de errado é culpa de Deus ou dos outros, quando, de fato, se olhar bem o que foi feito, verá que, na maioria das vezes, provocou, por negligência ou má escolha, as dificuldades pelas quais está passando; ou que se é imensamente corajoso, quando, na verdade, o que há é uma grande covardia; e assim por diante.

Deve-se, portanto, estar alerta para as mentiras que cada um pode dizer a si próprio.


4. Há alguma prova científica do valor do autoconhecimento?


Sim, pois as psicoterapias modernas fazem uso de técnicas, que levam os pacientes a adquirirem um maior conhecimento de si próprios, para que, com isso possam melhor resolver seus problemas de natureza emocional. Com o aumento da autoconsciência, os indivíduos podem melhor elaborar as mudanças interiores de que necessitam.

5. Como deve o indivíduo proceder para se conhecer mais e melhor?

Procurar desenvolver a atitude de compreensão não crítica em relação a si e aos outros. Isto é, efetivamente, uma manifestação de amor.

Feito isso, à medida que for perguntando a si  o que sente, o que quer, o que faz, o que o move, o que evita e assim por diante, as respostas irão sendo formadas na consciência e, então, terá condições de efetuar as mudanças necessárias em seu próprio comportamento.


6. Quais são os limites da introspecção?


Eles são dados pela dificuldade do ser humano enxergar-se com total isenção de ânimo, visto que tende a torcer a sua realidade interior, em função de seu autoconceito, visando mantê-lo.


7. Como isso pode ser evitado?


Para uma melhor compreensão de si, é preciso que o indivíduo receba a ajuda de outra pessoa, devidamente treinada para proporcionar autoconhecimento. Nesta cultura psicoterapeutas e aconselhadores profissionais, que poderão ajudá-lo a se perceber mais profundamente, com a compreensão de seus motivos, conflitos, desejos e experiências condicionantes, que estão ocultos de sua consciência.


8. A psicoterapia e o aconselhamento substituem a introspecção?


De modo algum, pois elas são mutuamente complementares e importantes na busca do saber sobre si mesmo.

9. Como então considerar as diferenças de grau entre introspecção e atendimento psicológico?

Pode-se afirmar que a introspecção fornece um autoconhecimento mais superficial e que pode ser utilizada diariamente, portanto, com muita frequência. Já o atendimento psicológico, seja psicoterapia ou aconselhamento psicológico, favorece um autoconhecimento mais profundo, isto é, daquilo que está esquecido ou oculto da consciência, mas por ser um trabalho profissional, é utilizado com uma menor frequência.

Assim, ambas as formas de aquisição de autoconhecimento, ajudam o ser humano a se encontrar e podem ser utilizadas em conjunto; favorecendo um maior bem-estar, contribuindo para a saúde física, mental, social e econômica das pessoas.

10. Há algum método simples e de fácil uso, que ao mesmo tempo tem fundamentação científica e que, por isso pode ser utilizado pela maioria das pessoas?

Sim, há um método desenvolvido pelo autor, que está fundamentado na “Técnica do Conscientizar-se” da Gestalterapia e em algumas formas de meditação. No link Meditação Clínica  essa metodologia está devidamente exposta.


4. Comentários Finais


Pensadores como Sócrates, Platão e Spinoza, e cientistas como Freud, Jung e Rogers, dentre tantos outros, fazem parte de uma tradição cultural que vê o autoconhecimento como uma conquista ou realização do Homem em relação si mesmo e que promove a saúde e a liberdade. Esse projeto ético e psicológico tem suas raízes na frase vista por Sócrates na entrada do oráculo de Delfos, que tanto o influenciou: “conhece-te a ti mesmo”; a qual, sem sombra de dúvida, deu início à psicologia na Antiguidade e continua a impulsionar psicólogos, psiquiatras, antropólogos e filósofos modernos na busca do “eu”.

Há subdivisões nesta postura. Tem-se a visão esposada pelos filósofos da Grécia e de Roma, na Antiguidade Clássica, que advogavam o autoconhecimento como um bem em si mesmo, pois levaria, necessariamente, a uma maior felicidade enquanto a alma estivesse de passagem pela vida na Terra. Posteriormente, na Idade Média, com o surgimento da visão confessional, ele passou a ser encarado como um meio de ascensão espiritual na busca pelo Paraíso e por Deus. Em seguida, autores mais modernos, na filosofia, propuseram este meio como uma forma de se promover à autocrítica cultural e, por consequência, política. Portanto é este um meio para superar a alienação do homem moderno e promover a transformação das normas sociais e econômicas.

Por fim, surgiram os psicoterapeutas, que embasados na aplicação de seus conhecimentos interdisciplinares e tendo como meta a superação dos distúrbios emocionais e mentais de seus pacientes, passaram a entender o autoconhecimento como um meio de promoção do bem-estar, visando à saúde mental e orgânica do ser humano.

Hoje em dia, essas quatro subdivisões persistem e se entrecruzam no emaranhado de pontos de vista e ações que permeiam a vida humana moderna, nesta civilização. Por contribuir para a felicidade, ascensão espiritual, transformação social, saúde e bem-estar humano, entende-se o autoconhecimento como um recurso indispensável à vida moderna e, portanto, é fundamental que seja divulgado por todos os meios disponíveis, a fim de que passe a ser buscado em alta escala pela maioria dos seres humanos.

Essa tradição cultural vê o autoconhecimento como um processo de auto-realização e não como algo dado, facilmente disponível, ou ainda, que pode ser imposto por autoridades, grupos, organizações ou pelos estados nacionais. Para conhecer-se, a pessoa precisa aceitar-se, manifestar-se, perceber-se e entender a si própria. Isso não dispensa a ajuda vinda de outrem, que alicerçado em conhecimentos oriundos da psicologia, antropologia, psiquiatria e filosofia, pode fornecer estímulos e caminhos facilitadores.

Isto tudo leva, necessariamente, à seguinte e última conclusão: a ignorância de si próprio leva o ser humano a cometer seus erros e maldades e o autoconhecimento a superação de ambos. Logo, “a ignorância de si é a raiz de todos os vícios e a autoconsciência a base de todas as virtudes”.


5. Bibliografia

 

 


ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco. Trad. Pietro Nassetti. São Paulo: Martin Claret, 2009.

ASSAGIOLI, Roberto. Psicossíntese. Manual de princípios e técnicas. São Paulo: Cultrix.

BANDLER, Richard & GRINDER, John.  Atravessando. Passagens em psicoterapia. São Paulo: Summus, 1984.

_____.  Resignificando. Programação neurolinguística e a transformação do significado. São Paulo: Summus,1978.

_____. A estrutura da magia. Rio de Janeiro: Zahar, 1977.

FREUD, Sigmund; STRACHEY, James; FREUD, Anna. Edição standard brasileira das obras psicológicas completas de Sigmund Freud. Rio de Janeiro: Imago, 2006. 24 volumes.

FROMM, Erich. Medo à liberdade. 6ª edição. Rio de Janeiro: Zahar, 1968.

JUNG, Carl Gustav. A Dinâmica do Inconsciente. Trad. Pe Dom Matheus Ramalho Rocha. 3ª edição. Rio de Janeiro: Vozes, 1998.

JUNG, Carl Gustav; ELMAN, Araceli; BONAVENTURE, Léon. Fundamentos de psicologia analítica. 12ª Ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2004.

PINCHERLE, Livio Tulio, LYRA, Alberto & OUTROS - Psicoterapias e estados de transe. São Paulo, Summus: 1986.

PINCHERLE, Livio Tulio. & SILVA, D. B. T. Terapias Regressivas: Memórias dos Primórdios da Vida, in Pediatria Atual, 10: 42 - 44. São Paulo.

RING, Keneeth; WEIL, Pierre; DEIKMAN, A. Cartografia da consciência humana. vol. 5/1. Petrópolis: Vozes.

ROGERS, Carl Ransson. Tornar-se pessoa. 6ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 1999.

WOLBERG, Lewis Robert - Psicoterapia breve. Trad. Álvaro Cabral. São Paulo: Mestre Jou, 1979.

 

 

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